20 de setembro de 2016

Esperando o Pequeno Chegar

Num dia de chuva e ventos fortes no Rio, cá estou eu em casa sem fazer (quase) nada o dia todo, só de preguiça, TV e friozinho no sofá. Estou em casa com meus cachorros e meu filho saiu da creche direto para a casa da avó. Na esmagadora maioria das vezes, eu acho ótimo ganhar umas horinhas adicionais "só" pra mim (quando ele vai para a casa da avó), mas hoje, em especial, eu acho que passei o dia sem saber muito bem o que fazer e esperando o pequeno chegar. A maternidade é realmente uma coisa tão confusa e tão estranha que por mais que eu tenha 50 filhos eu nunca vou entender muito bem o que são essas sentimentos contraditórios que a gente sente (tudo junto e misturado e ao mesmo tempo e que nos deixa muito perdidas). E sabe o que é mais curioso? Acho que o sentimento de espera aqui não é só meu: meus cachorros estão há algum tempo indo até a porta "ver qual é" desde cedo. Eles devem ter o mesmo sentimento estranho que eu: querem um tempo de atenção só pra eles, mas querem ter o pequeno por perto (o que tira o foco de atenção deles, é claro). Confuso, né?!

Beijos!

17 de junho de 2016

Só Mais Um Post Qualquer

Curiosamente, depois que eu me tornei mãe eu aprendi muitas coisas sobre como ser "humano". Ok, explico. 

Aprendi a ser mais tolerante com algumas coisas e, ao mesmo tempo, a ser bem menos tolerante à outras. Aprendi que o mundo não diz respeito ao "meu mundo" ou à mim, por mais que eu subconscientemente lute contra isso (meu lado "filha única") e sinto doer bem mais hoje em dia por saber que na real eu não sou o centro das coisas (uma teoria um pouco complicada de explicar, mas resumidamente o que quero dizer é que: a gente geralmente dá muito mais valor ao que nos diz respeito do que ao que é do outro; uma espécie de egoísmo ou egocentrismo que cabe e é natural em seus diferentes graus a todo ser humano). Aprendi que para ser ouvida eu preciso primeiro ouvir, pois antes eu costumava querer falar mais e ouvir menos; eu não sabia ouvir direito (e ainda não sei muito bem, eu acho). Aprendi que meus problemas, questões ou glórias não são maiores, ou melhores, ou piores que os de ninguém; eles são meus e cabe a mim saber dar o devido peso a cada um, sem que isso afete negativamente a minha vida ou a de qualquer outra pessoa. Aprendi que algumas coisas dependem de mim, mas que todas, absolutamente todas elas vão seguir em frente caso eu não possa resolve-las (e isso é extensível à pessoas, não só coisas). 

Enfim, aprendi um montão de coisa e poderia ficar enumerando várias delas aqui, mas como também aprendi que tudo precisa de um determinado tempo, vamos dando tempo ao tempo e publicando meus aprendizados ao longo desse devido tempo ai.

Vamo que vamo!

Beijos!




10 de maio de 2016

12X Antonio

Registrando o pequeno do primeiro ao 12 mês de vida <3

(A logo ai embaixo é pra divulga meu trabalho, claro, rs).





Beijos!

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