8 de dezembro de 2017

Viva a Lia!

Faz mais de um ano que eu não escrevo absolutamente nada por aqui ou em qualquer outro lugar. Então, para não escrever um ano em um post, vou resumir: habemmus bebê na barriga. E não basta ser um simples bebê: é uma menina! 

Lia está a caminho e eu estou com 23 semanas de gestação (aproximadamente, porque desta vez temos uma pequena diferença entre a data da última menstruação e o tamanho do bebê para o total de semanas) e muito animada para a chegada da irmãzinha do Antonio! Falando nele, ele ainda está processando a informação internamente, mas parece estar filtrando bem até agora. Vamos vendo.

Concordo que essa novidade merecia um post mais digno, mas eu estou tão lenta, tão molenga, tão preguiçosa nessa manhã chuvosa de dezembro no Rio de Janeiro que aff... passei aqui só pra dar um alô e retomar as atividades, rs. Pra não dizer que não disse nada, vamos de resumão so far: muita azia desde sempre; tive enjôo dessa vez; menos dor de cabeça (mas hoje por acaso estou com uma bem de leve, porque tomei café descafeinado pela manhã e ai já viu...); cansaço normal, mas talvez mais sono no início dessa gravidez que na do Antonio; a barriga apareceu mais rápido (o que dizem que é de praxe pra segunda gestação); senti o "choquinho" na barriga pela primeira vez lá pelas 9 pra 10 semanas e mais expressivamente no Epcot, lá da Disney (sim, fomos lá pra Orlando levar o Antonio na Disney e comprar as pendências de enxoval, mas esse é um post a parte, uma vez que estavamos lá junto com o furacão Irma, rs); nenenzinha mexe MUITO, bem mais que o primeiro; depois de 5 meses de gravidez finalmente voltei a fazer atividade física essa semana, comecei na hidroginástica; prometi que não ia comprar muita coisa rosa para ela, mas não fui capaz de cumprir a promessa, temos estampas de onça e muito, mas muito rosa; minha alimentação tá péssima, talvez pior que na primeira gravidez, mas ontem me bateu um negócio na cabeça e vou tentar tomar vergonha na cara e melhorar as coisas por aqui. E é isso... até agora.

Enfim, vamo que vamo na produção da Lia! Dou notícias em breve :-D

Beijos!

10 de novembro de 2016

Sobre o (Meu) Sono - De Novo

Não é privilégio (ou azar) meu ser uma mãe que não dorme bem há mais ou menos o mesmo período de existência do seu filho, muita gente passa por isso e passa ileso. Eu?! Não estou tendo a mesma sorte desses seres humanos evoluidos. 

Explico (desabafo): não sei lidar com dias seguidos sem uma noite completa de sono. Ponto. Simples assim. E não me adianta ter o privilégio (ou azar) de poder cochilar em algum momento ao longo do dia, me dói (sim, dói, o sentimento é de dor, porém uma dor psicológica) não ter uma noite bem dormida. É uma sensação estranha, mas que me desencadeia um tanto de outros problemas, que me levam basicamente a depositar todas as minhas energias em comer (e comer todo tipo de porcarias que você possa imaginar; só porcaria). Resultado disso? 10 quilos acima do que deveria estar e quase nenhuma vontade de mudar.

Dormir, pra mim, é quase algo de ostentação: morro de inveja do meu marido, que vira para o lado e dorme em menos de 10 segundos. Juro: menos de 10 segundos. Mas ai me leva a falar que não basta meu sono ser quase inexistente atualmente, ele é de péssima qualidade e para conseguir dormir eu levo brincando 30/40 minutos para pegar no sono (isso, se tiver sorte). É ou não é para ter inveja máxima dos 10 segundos? Agora, você me entende. 

Bom, seguindo com as informações, voltemos no tempo um pouquinho, tipo uns 30 anos, e vamos entender desde quando meu sono é ruim, rs. Ouvi a minha vida toda que eu só passei a dormir mesmo depois dos 3 anos de idade e disse a minha vida inteira que minha vez ia chegar e que eu pagaria meus pecados. Dito e feito: Antonio dorme mal, se mexer a noite inteira, acorda várias vezes e, lógico, não me deixa dormir (e antes que você pergunte se o pai não faz a parte dele eu já te digo que faz mais do que deve, mas sempre chega a hora do meu "turno-noturno" e não tem jeito: eu não durmo). Na adolescência, eu tinha sono o dia inteiro, mas só ia dormir depois de 1 ou 2 da manhã (para acordar às 6, todo dia). Sempre tive o sono agitado e com muitos sonhos (ou pesadelos). Já adulta, continuei dormindo depois de 11 ou meia noite, vez ou outra tive insônia e passei a acordar várias vezes para ir ao banheiro fazer pipi toda santa noite (tanto que na gravidez eu nem me assustei com as acordadas noturnas para o toalete). Depois que Antonio nasceu, nos primeiros meses eu cheguei certamente à exaustão, mas segui como se tudo fosse absolutamente normal. Quando o pequeno já tinha um tempinho de vida, a falta de noites dormidas começou a doer e a me deprimir profundamente. Hoje, admito que levo bem em alguns dias e levo total e completamente mal em outros. É algo bastante complicado que levo comigo como se fosse algo sem solução, pois é esse o sentimento que tenho: nunca mais vou dormir direito. Dolorido, né? Eu disse que doía.

Bem, após mais uma daquelas noites em que eu só queria poder fechar os olhos e descansar, tudo que me resta é desabafar um pouco com palavras escritas, uma vez que pagar um terapeuta para me ouvir não está dando, rs. Mas vou te dizer?! Até que isso já ajuda bastante, viu? Obrigada por me "ouvir" :-)


Beijos e bons sonhos!


20 de setembro de 2016

Esperando o Pequeno Chegar

Num dia de chuva e ventos fortes no Rio, cá estou eu em casa sem fazer (quase) nada o dia todo, só de preguiça, TV e friozinho no sofá. Estou em casa com meus cachorros e meu filho saiu da creche direto para a casa da avó. Na esmagadora maioria das vezes, eu acho ótimo ganhar umas horinhas adicionais "só" pra mim (quando ele vai para a casa da avó), mas hoje, em especial, eu acho que passei o dia sem saber muito bem o que fazer e esperando o pequeno chegar. A maternidade é realmente uma coisa tão confusa e tão estranha que por mais que eu tenha 50 filhos eu nunca vou entender muito bem o que são essas sentimentos contraditórios que a gente sente (tudo junto e misturado e ao mesmo tempo e que nos deixa muito perdidas). E sabe o que é mais curioso? Acho que o sentimento de espera aqui não é só meu: meus cachorros estão há algum tempo indo até a porta "ver qual é" desde cedo. Eles devem ter o mesmo sentimento estranho que eu: querem um tempo de atenção só pra eles, mas querem ter o pequeno por perto (o que tira o foco de atenção deles, é claro). Confuso, né?!

Beijos!
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