8 de outubro de 2013
Os 70
70 kg (silêncio profundo).
...
Sim, 70 kg. Na verdade, mais de 70 kg. Pesei 71,3 kg. Quem acompanha o blog há algum tempo sabe que às vésperas do casamento eu cheguei a 60,2 kg. Mais de 10 kg adicionais. Além de pesar, isso dói como um taco de beisebol que tacam na sua cabeça (e olha que eu nunca senti essa dor pra dizer se é por ai ou não, afinal, provavelmente eu teria morrido se tomasse um taco desse, rs).
Sempre fui magra normal. É porque não há o meio termo entre magra e gorda, então, leia-se magra normal como uma opção. Sempre tive os famosos 2 ou 3 kg a mais que toda mulher quer emagrecer, mas nunca de fato precisei reduzi-los. Puro charme, por assim dizer. Quando cheguei aos 65 kg pela primeira vez, me via como um grande hipopótamo e rapidamente corri atrás de mandar os 5 kg para o inferno, lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Entre 62 e 65 kg fiquei por muuuuito tempo. Até que apareceu os 66 kg, tão demoníaco, quanto se tivesse um 6 à mais. 67 kg. 68,5 kg. 69, alguma coisa kg. Mas nunca, nunca 70 kg. Desde a primeira 'visita' ao 68/ 69 kg eu dizia: "Posso até ficar gordinha, mas nunca vou deixar chegar aos 70 kg, porque se eu chegar lá, de lá não vou conseguir sair e, sim, é uma vergonha." Quem diria...
Cheguei aos 70kg como quem mergulha numa piscina de Coca-Cola e usa batatas fritas como bóias. Pouco vejo além de lasanhas e coxinhas de galinha no meu campo de visão. Meu travesseiro macio e gostoso é um croissant recheado com as mais variadas opções de doce, tipo: goiabada, chocolate, geléia; durmo aconchegada nele quase todos os dias. Ah sim, e não poderia deixar de citar todos os cafés e chás cheios de açúcar de manhã e/ou tarde e/ou noite. Uma pequena maravilha dos deuses.
O problema disso tudo é que entrei num buraco meio sem fundo e não tenho visto muita saída à não ser as lasanhas e coxinhas supracitadas. Estou tentando intensificar os exercícios uma vez que a rererererereducação alimentar ainda não entrou nos eixos. Nem a cabeça, diga-se de passagem.
Ontem, só de pensar que queria reduzir a quantidade de comida do dia, me bateu uma ansiedade e uma fome de uns 20 famintos da Somália, que me fez perder toda a credibilidade de um dia inteiro a partir das 21h. Foram 3, eu disse 3, refeições antes de deitar na cama (passar mal) e dormir. Complicado. Bem complicado.
Pesado. Difícil. Angustiante. E angústia me dá fome.
Quero milagre em cápsulas que sejam de engolir com água ou tipo as de máquinas de café, não importa, contanto que façam o serviço rápido e sem dor: magreza milagrosa já, por favor...
...
70 kg.
2 de setembro de 2013
Setembro
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| Fonte: Pinterest |
Hoje, é aniversário do meu filho canino, o Milton; dia 3 seria aniversário do meu tio Guto, se ele não tivesse nos deixado este ano; dia 9 é aniversário do meu pai, mas ele costuma dizer que é só dia 11, pois é o dia que aparece na identidade (e se dão parabéns no dia 11, ele diz que foi dia 9, rs, uma figura); e assim o mês da Primavera e de muitos outros aniversários chega para contar sua história em 2013.
Que será que vem por ai?! Coisa boa, com certeza.
Setembro é sempre um mês bom. Setembro é sempre um mês bonito. Setembro me lembra a cor verde, eu acho. Setembro tem som de 7, mesmo sendo ele 9, na verdade; ambos números bonitos. E, não, eu não entendo nada de números, só os acho bonitos, rs. Setembro costumava ser o mês de viajar por ai, ou seja, me trás boas lembranças. Em Setembro de 2010 eu fiquei noiva. E Setembro de 2010 eu fiz minha primeira tatuagem. Ta ai, podia celebrar Setembro de 2013 com uma tatuagem nova :-)
Seja bem-vindo, Setembro. Fique à vontade!
Beijos!
30 de agosto de 2013
Como Eu Me Vejo
Ontem, aconteceu um episódio bem interessante comigo. Faço aula de danças terças e quintas e na terça-feira desta semana a professora da dança fez um vídeo da turma dançando, já que a coreografia era nova, para não esquecermos algum passo na aula seguinte. Ao final da aula, cheguei a comentar que a coreografia era bem legal, mas para magras dançarem, pois as gordinhas pareciam ainda mais gordinhas fazendo os passos (ps. só tem eu de 'gordinha' na turma, todo o resto é MUITO magro). Saí da aula na derrota total, com a sensação de estar excessivamente gorda, pesada, dançando feia e desajeitada, até cheguei a mandar mensagem para uma amiga minha falando sobre isso. Chegou a aula seguinte, nos minutos finais da aula, como de praxe, hora da coreografia e não deu outra, ninguém lembrava os passos, rs, a professora tinha razão para fazer o filminho. Ai, ela pegou o celular e colocou o vídeo para vermos. Quando começou, estavam todas as bailarinas de costas, então, para lembrar dos passos fixei meu olhar e uma das alunas dançando. E, sei lá, num tempo de uns dois segundos passaram os seguintes pensamentos pela minha cabeça: "Alá a gringa que dança bem (tinha uma gringa na turma até umas semanas atrás); ué, mas a gringa não dançou a coreografia nova... então, esse vídeo não é da nossa turma... não, peraí, é da turma sim, peraí...essa que eu tô vendo dançar SOU EU!?"
Moral da história: aquela história de como eu me vejo, como as pessoas me veem, como eu realmente sou que andou rolando pelas redes sociais é a mais pura verdade. E eu... eu preciso dar mais valor às coisa que eu faço. Simples assim.
Bom fim de semana pra você :-)
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| "A aula de dança", de Edgar Degas |
Moral da história: aquela história de como eu me vejo, como as pessoas me veem, como eu realmente sou que andou rolando pelas redes sociais é a mais pura verdade. E eu... eu preciso dar mais valor às coisa que eu faço. Simples assim.
Bom fim de semana pra você :-)
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