Dia Internacional da Mulher e dia de escrever um pouquinho mais sobre as peripécias da viagem à França!
Dia 15 de fevereiro, partimos de trem em direção à Avignon, uma cidade fofa, que fica ao sul da França. A viagem durou aproximadamente 3 horas e passamos por lugares tão ou mais gelados que Paris, com bastante neve pelos campos, e nas proximidades do destino final, cidades bem ensolaradas. Curiosidade: na verdade, tínhamos previsto ir à Nice também, principalmente para ver as festividades de carnaval, mas acabamos desistindo e colocando mais tempo em Avignon e um dia em Aix en Provence (seguindo algumas dicas da amiga 'parisiene-carioca' Camille.
Chegando em Avignon, deixamos nossas coisas no hotel (Novotel Avignon Centre: excelente!) e partimos em direção ao Centro Histórico, numa primeira caminhada exploratória. Logo de cara: lojas e mais lojas de roupas e sapatos em promoção. Pra quê, meu Deus!? Mas resistimos no primeiro dia (só no primeiro dia, rs, porque não há como resistir sapatos a 5€ e 10€). Havíamos programado de visitar alguns lugares, mas acabamos nos perdendo propositadamente pelas ruas e morrendo de amores por cada cantinho de lá.
Dia 16 de fevereiro e o primeiro passeio do dia foi o Palais des Papes, um lugar incrivelmente grande e incrivelmente bonito. Passamos quase que a manhã toda passeando por lá. Trata-se de uma antiga construção que abrigou o papado, quando toda a estrutura do Vaticano foi transferida para a França e lá ficou por alguns anos. Após o retorno do Papa e sua corte para a Itália, o palácio continuo a ser utilizado para diferentes fins, inclusive por Napoleão, na Revolução Francesa (Lina também é/ pode ser cultura, rs). Almoçamos no café e restaurante Café In&Off, em frente ao Palais. Uma delícia de almoço e a melhor sopa de cebola da vida! Então, partimos em direção à Pont Saint Bénezet, com um pequeno pit-stop na catedral Notre Dame des Doms e depois no Petit Palais, ambos legais, mas menos interessantes. Voltando a falar da famosa 'ponte inacabada' de Avignon: adoramos! Ao entrar no acesso de turistas, você (obviamente) paga o ingresso e tem direito a um audio-guide gratuito, que conta toda a história local. Muito interessante! (Alias, importantíssimo: toda visita que fizemos - fazemos - pegamos audio-guide. Sempre vale muito à pena, mesmo que custe algum trocado, às vezes barato, às vezes não. Ainda assim é algo realmente necessário, pois, do contrário, pouco se sabe sobre o lugar e as obras que se está visitando) Como chegamos lá mais para o final da tarde, aproveitamos um sol mais baixo, uma luz linda :-) À noite, jantamos em um restaurante chamado La Civette, especializado em fondue. Bom demaaaais!
Dia 17, domingo, pegamos um trem e fomos para Aix en Provence. Gracinha de cidade! Visitamos o Museu Granet (arte moderna e contemporânea); não sei dizer exatamente o lugar, mas vimos uma exposição de fotografia MUITO legal num casarão antigo; fomos ao Pavillon Vendôme, que é um museu, mas estava fechado, mas basicamente é um casarão antigo também com um jardim muito legal. Amei o lugar! Queria ficar ali vendo a vida passar, rs. Almoçamos em um restaurante meio escondido, o La Calèche. Comida muito boa e com a particularidade de ter uma área quase 'subterrânea', onde ficamos sentados, diga-se de passagem. O engraçado é que, quando chegamos, perguntamos se ainda tinha lugar para 2 pessoas (o restaurante estava bem cheio e exalava um cheiro divino) e disseram que sim, bastava seguir a 'fulana de tal' e ela nos levaria ao nosso lugar. Descemos uma escada e (eu estava na frente) então eu disse para o Carlos "acho que nos mandaram para o lugar errado, aqui deve ser o toalete" já que quase todos os banheiros de restaurante na França ficam no subsolo. Nada! Era a área legal que eu comentei acima. Amamos! Depois ficamos passeando pelas ruas e quase na hora de ir embora demos de cara com a loja Maison du Monde, aquela loja que eu SURTEI lá em Bolonha, cheia de coisas de decoração vintage. Até o Carlos ficou com brilho nos olhos quando viu, tipo criança na Disney, sabe?! Rs.
Dia 18, dia de partir, passeamos mais um pouco em Avignon, tornamos a almoçar no Café In&Off (para nos despedirmos dele :-) e depois fomos para a estação de trem, para seguirmos para Dijon.
Esqueci de comentar uma particularidade sobre a compra de passagens de trem. Assim que chegamos em Paris, fomos na estação Gare de Lyon para compra todos os destinos que tínhamos no roteiro. Não que precisasse, mas foi sorte, caímos exatamente numa atendente que falava português! Alias, em cima de cada guichê, fica uma tela com as bandeirinhas do países que aquele atendente fala a língua. Legal, né? Um ponto a ressaltar também é que foi muito fácil comprar tudo lá. Na nossa Lua de Mel compramos as passagens daqui do Brasil e pagamos uma senhora taxa de entrega (quase o valor total das passagens a mais, diga-se de passagem...), pois não sabíamos que era tão simples. Fica a dica: compre tudo lá sem pestanejar.
Em breve, as aventuras em Dijon!
Bisous pour tout!
PS. Apesar do post ser alegre e positivo, aproveito para prestar aqui a minha última homenagem ao meu tio Guto, que nos deixou esta semana, devido ao antigo problema de coração, o qual ele convivia há muitos anos. Infelizmente, não o teremos mais conosco, mas tenho certeza mais que absoluta que ele está bem e poderá descansar. Agora, será mais um anjo a olhar por todos nós, familiares e amigos. Terei sempre boas lembranças do homem batalhador, guerreiro e maravilhoso pai que foi para os meus primos e marido para minha tia. Que Deus o abençoe e cuide onde quer que ele esteja. Até algum dia, tio Guto. Sentirei saudades.
8 de março de 2013
4 de março de 2013
França: 5 Dias em Paris
Como já contei um pouco da minha primeira experiência em Paris (em 2010), agora posso falar um 'cadin' da minha segunda impressão de lá. Entretanto, deixemos isso para o final deste post.
Dia 10, domingo, tudo devidamente fechado, inclusive o tempo (rs). Tínhamos previsto visitar o cemitério de Montparnasse, as Catacumbas, o Jardim de Luxemburgo, Pantheon e a Torre de Montparnasse, mas acabamos indo somente na última opção, pois as Catacumbas, por exemplo, estavam com fila de virar quarteirão e com as seguintes condições climáticas: chuva, vento e frio, muito frio. Na torre, pouca visibilidade da cidade, mas achei o lugar bem interessante, apesar dos franceses criticarem a pobrezinha, uma vez que ela se torna realmente um despropósito na cidade, se comparada a outras construções. Lá em cima, pegamos bastante neve e, lá em baixo, um vendaval gelado que ui! Rs. Almoçamos no Relais de l'Entrecôte, outro antigo conhecido nosso, também no bairro de Montparnasse. Alias, falando do bairro, é nossa segunda estada no local e continuamos adorando. Recomendo fortemente olhar hotéis por lá, caso você vá à Paris (isso se não quiser ficar no Le Chaplain mesmo, que é uma ótima opção). À noite, fomos despretensiosamente em um show de Jazz e quando chegamos lá descobrimos que era de um trompetista americano super famoso (que diga-se de passagem tocava com ninguém menos que Miles Davis). Amamos o show!
Dia 11, dia de visitar a Île de la Cité e suas atrações (dentro ou próxima dela): Conciergerie, Saint Chapelle, Notre Dame, Palais de Justice (só passagem) et Centre Pompidou. Fomos a todos e ainda fizemos mais algumas comprinhas. Alias, fizemos comprinhas todos os dias e além da mala vazia que levamos, ainda compramos uma adicional, totalizando 6 malas e 1 mochila no retorno, rs. A gente não se controla mesmo. Então, resolvemos aproveitar também para resolver pendências, tipo: simcard. Fomos à uma loja da Orange, tida como a melhor companhia telefônica de lá e 'deusolivre', se ela é a melhor, as nossas aqui dão um banho (e a gente ainda reclama, rs). O processo de compra do chip até que foi relativamente rápido; apesar da vendedora não falar muito bem o inglês, nos resolvemos bem. O problema foi o pós-venda, já que para o que realmente precisávamos do chip - internet - só passaríamos a ter acesso 2 dias depois de fazer um passo-a-passo em francês via SMS para a operadora (ainda bem que eu pelo menos entendo e falo alguma coisa da língua). Terminamos a compra e fomos fazer o tal passo-a-passo: claro que deu errado, uma vez que nosso cadastro ainda não tinha entrado no sistema. Pedimos ajuda a um gerente da loja, que fez que ia ajudar, mas só nos deixou esperando sei lá quanto tempo para no final das contas mandar a gente subir e falar com a assistência técnica (alias, esse cara foi a única pessoa com o estereótipo tipicamente francês que encontramos em toda a viagem: arrogante e pouco solícito; todas as outras pessoas que falamos em todos os lugares foram muito gentis e amigáveis). Chegando na assistência técnica, os dois rapazes não falavam 1 palavra em inglês, mas no meu melhor "portugleçais" (português + inglês + français) chegamos a conclusão de que o do Carlos estava ok para uso e que o meu teria que esperar até o fim do dia ou o dia seguinte para o cadastro entrar no sistema e ai eu poder fazer o tal passo-a-passo para ai esperar mais 2 dias e ter internet. Haja 'ai'. Aff... só comigo mesmo, rs. O bom é que a operadora é tão ruim, mas tão ruim, que antes mesmo de eu fazer o passo-a-passo em SMS já estava com crédito de 500MB para uso (?!). Enfim, essa brincadeirinha ai comeu umas 3 horas do nosso dia, então, só nos restou visitar uma H&M da vida e ser um pouco mais feliz, rs. Bom, das opções acima, só não ficamos para ver a exposição do Dalí, que estava rolando no Pompidou, já que a fila (isso porque era final do dia) ainda era de aproximadamente 45 minutos e já não aguentávamos nem mais 10' em pé.
Dia 12, aniversário da minha amiga Camille, reservamos para ir à Versailles, uma vez que ela trabalha no local e assim poderíamos almoçar juntas. Fomos de metrô até lá (mais ou menos 40 minutos de Paris) e na chegada demos de cara com sei lá quantos 'ching-lings' e suas máquinas frenéticas, bem como com Camille e sua carteira de livre acesso (e fura filas), que nos passou de fora pra dentro em, o quê, 5 minutos? Acho que menos, rs. (Mais uma vez, MUITO OBRIGADA, amiga!!!) Enfim, muito maneiro o palácio e outros, especialmente o Grand Trianon, onde já foi locação fotográfica da Vogue, com clicks da fotógrafa que eu adoro, a Annie Leibovitz. Nhó! Sobre o almoço de aniversário, Camille tinha feito reserva para nós no bistrô Angelina. Acho chique :-) À noite, neste mesmo dia, fomos assistir à apresentação da rapaziada da Agência do Bem, que coincidentemente (acho que cheguei a comentar antes de viajar) estava lá para uma performance. Adoramos! E eles arrasaram mesmo. Depois, jantarzinho no meu mais novo restaurante favorito da França (não sei nem se tem em outros países da Europa, mas tomara que sim!): Hippopotamus. Uma casa de carnes muito boa. Saudades do meu 'Burger Savoyard'.
Ah! Uma novidade para nós nesses primeiros dias (até Carlos Pellon encher o saco e querer usar taxi outra vez, rs), foi o uso de linhas de metrôs para acesso aos lugares. Com o aplicativo de iPhone que usamos, foi bem fácil não se perder, coisa bem característica de brasileiro no exterior, especialmente em Paris. Fica a dica: iPhone + App = Solução!
Dia 13, acabamos invertendo o roteiro e fizemos o que estava previsto para o dia 14: Torre Eiffel, Champ de Mars (que trocamos por passear pelos Jardins do Trocadéro), Museu Quai Branly, Museu Rodin e Les Invalides. Falando da Torre Eiffel, novamente, uma palavra: FRIO. Foi o momento em que mais sentimos frio de toda a viagem, pois 'acredito eu' que não estávamos com roupa quente o suficiente. Passamos um leve perrengue. Subimos na torre e gostamos bastante, a vista lá de cima vale à pena. De lá, passamos no Trocadéro, lugar que não fomos na primeira viagem. Vista bem legal da própria torre, adorei. Em seguida, museu Branly: lindo por fora e muito maneiro por dentro, mas estávamos bem cansados e ainda não tínhamos almoçado (já deviam ser pra mais de 3 da tarde, quando saímos de lá). Almoçamos em um restaurante italiano ali perto e depois fomos passear pela Champs Élysées (e comprar, rs). Acabamos não indo nas duas últimas atrações previstas para o dia.
Dia 14, Valentine's Day, fomos no Museu Rodin, Les Invalides e no Petit Palais (o Grand estava fechado para montagem de exposição...triste). Todos muito maneiros e o dia foi BEM cansativo. No Petit Palais eu já estava me arrastando de tão cansada. Voltamos para o entorno do hotel, passamos num super-mercado, compramos quitutes para um jantar romântico, voltamos para hotel e descansamos um pouco. À noite, passamos na casa de Camille para deixar parte das malas e minimizar a quantidade de tralha para carregar dentro dos trem para as outras cidades. Na volta, já no hotel, arrumamos nossos quitutes e fizemos o nosso Valentine's Day, já que sair para jantar nesse dia possivelmente seria encontrar restaurantes cheios (depois descobrimos que os franceses não são lá muito de comemorações do tipo).
Dia 15, pegamos o trem para Avignon e ai vem as cenas do próximo post. Rs. Ainda tivemos mais 3 dias (2 e meio, vai...) em Paris, no final da viagem, mas a minha primeira impressão, como já disse também, é que Paris só se conhece mesmo morando lá. A cidade é linda, cheia de construções fantásticas e história/ cultura em toda e qualquer esquina que você passe, porém não sei porque ainda fiquei com a sensação de não ter aproveitado Paris como deveria e isso me deixo com a ideia de que Paris é mais uma cidade 'idealizada' do que "A" cidade, como nós brasileiros costumamos dizer. Enfim, até que os 3 dias finais ajudaram a melhorar um bocado a minha percepção da local, mas seja lá como for, minha cidade favorita (de todas que já visitei) continua sendo Roma. Nhó (sou puxa saco 'mermo' e daí?! Rs)!
Bisous et au revoir!
Dia 10, domingo, tudo devidamente fechado, inclusive o tempo (rs). Tínhamos previsto visitar o cemitério de Montparnasse, as Catacumbas, o Jardim de Luxemburgo, Pantheon e a Torre de Montparnasse, mas acabamos indo somente na última opção, pois as Catacumbas, por exemplo, estavam com fila de virar quarteirão e com as seguintes condições climáticas: chuva, vento e frio, muito frio. Na torre, pouca visibilidade da cidade, mas achei o lugar bem interessante, apesar dos franceses criticarem a pobrezinha, uma vez que ela se torna realmente um despropósito na cidade, se comparada a outras construções. Lá em cima, pegamos bastante neve e, lá em baixo, um vendaval gelado que ui! Rs. Almoçamos no Relais de l'Entrecôte, outro antigo conhecido nosso, também no bairro de Montparnasse. Alias, falando do bairro, é nossa segunda estada no local e continuamos adorando. Recomendo fortemente olhar hotéis por lá, caso você vá à Paris (isso se não quiser ficar no Le Chaplain mesmo, que é uma ótima opção). À noite, fomos despretensiosamente em um show de Jazz e quando chegamos lá descobrimos que era de um trompetista americano super famoso (que diga-se de passagem tocava com ninguém menos que Miles Davis). Amamos o show!
Dia 11, dia de visitar a Île de la Cité e suas atrações (dentro ou próxima dela): Conciergerie, Saint Chapelle, Notre Dame, Palais de Justice (só passagem) et Centre Pompidou. Fomos a todos e ainda fizemos mais algumas comprinhas. Alias, fizemos comprinhas todos os dias e além da mala vazia que levamos, ainda compramos uma adicional, totalizando 6 malas e 1 mochila no retorno, rs. A gente não se controla mesmo. Então, resolvemos aproveitar também para resolver pendências, tipo: simcard. Fomos à uma loja da Orange, tida como a melhor companhia telefônica de lá e 'deusolivre', se ela é a melhor, as nossas aqui dão um banho (e a gente ainda reclama, rs). O processo de compra do chip até que foi relativamente rápido; apesar da vendedora não falar muito bem o inglês, nos resolvemos bem. O problema foi o pós-venda, já que para o que realmente precisávamos do chip - internet - só passaríamos a ter acesso 2 dias depois de fazer um passo-a-passo em francês via SMS para a operadora (ainda bem que eu pelo menos entendo e falo alguma coisa da língua). Terminamos a compra e fomos fazer o tal passo-a-passo: claro que deu errado, uma vez que nosso cadastro ainda não tinha entrado no sistema. Pedimos ajuda a um gerente da loja, que fez que ia ajudar, mas só nos deixou esperando sei lá quanto tempo para no final das contas mandar a gente subir e falar com a assistência técnica (alias, esse cara foi a única pessoa com o estereótipo tipicamente francês que encontramos em toda a viagem: arrogante e pouco solícito; todas as outras pessoas que falamos em todos os lugares foram muito gentis e amigáveis). Chegando na assistência técnica, os dois rapazes não falavam 1 palavra em inglês, mas no meu melhor "portugleçais" (português + inglês + français) chegamos a conclusão de que o do Carlos estava ok para uso e que o meu teria que esperar até o fim do dia ou o dia seguinte para o cadastro entrar no sistema e ai eu poder fazer o tal passo-a-passo para ai esperar mais 2 dias e ter internet. Haja 'ai'. Aff... só comigo mesmo, rs. O bom é que a operadora é tão ruim, mas tão ruim, que antes mesmo de eu fazer o passo-a-passo em SMS já estava com crédito de 500MB para uso (?!). Enfim, essa brincadeirinha ai comeu umas 3 horas do nosso dia, então, só nos restou visitar uma H&M da vida e ser um pouco mais feliz, rs. Bom, das opções acima, só não ficamos para ver a exposição do Dalí, que estava rolando no Pompidou, já que a fila (isso porque era final do dia) ainda era de aproximadamente 45 minutos e já não aguentávamos nem mais 10' em pé.
Dia 12, aniversário da minha amiga Camille, reservamos para ir à Versailles, uma vez que ela trabalha no local e assim poderíamos almoçar juntas. Fomos de metrô até lá (mais ou menos 40 minutos de Paris) e na chegada demos de cara com sei lá quantos 'ching-lings' e suas máquinas frenéticas, bem como com Camille e sua carteira de livre acesso (e fura filas), que nos passou de fora pra dentro em, o quê, 5 minutos? Acho que menos, rs. (Mais uma vez, MUITO OBRIGADA, amiga!!!) Enfim, muito maneiro o palácio e outros, especialmente o Grand Trianon, onde já foi locação fotográfica da Vogue, com clicks da fotógrafa que eu adoro, a Annie Leibovitz. Nhó! Sobre o almoço de aniversário, Camille tinha feito reserva para nós no bistrô Angelina. Acho chique :-) À noite, neste mesmo dia, fomos assistir à apresentação da rapaziada da Agência do Bem, que coincidentemente (acho que cheguei a comentar antes de viajar) estava lá para uma performance. Adoramos! E eles arrasaram mesmo. Depois, jantarzinho no meu mais novo restaurante favorito da França (não sei nem se tem em outros países da Europa, mas tomara que sim!): Hippopotamus. Uma casa de carnes muito boa. Saudades do meu 'Burger Savoyard'.
Ah! Uma novidade para nós nesses primeiros dias (até Carlos Pellon encher o saco e querer usar taxi outra vez, rs), foi o uso de linhas de metrôs para acesso aos lugares. Com o aplicativo de iPhone que usamos, foi bem fácil não se perder, coisa bem característica de brasileiro no exterior, especialmente em Paris. Fica a dica: iPhone + App = Solução!
Dia 13, acabamos invertendo o roteiro e fizemos o que estava previsto para o dia 14: Torre Eiffel, Champ de Mars (que trocamos por passear pelos Jardins do Trocadéro), Museu Quai Branly, Museu Rodin e Les Invalides. Falando da Torre Eiffel, novamente, uma palavra: FRIO. Foi o momento em que mais sentimos frio de toda a viagem, pois 'acredito eu' que não estávamos com roupa quente o suficiente. Passamos um leve perrengue. Subimos na torre e gostamos bastante, a vista lá de cima vale à pena. De lá, passamos no Trocadéro, lugar que não fomos na primeira viagem. Vista bem legal da própria torre, adorei. Em seguida, museu Branly: lindo por fora e muito maneiro por dentro, mas estávamos bem cansados e ainda não tínhamos almoçado (já deviam ser pra mais de 3 da tarde, quando saímos de lá). Almoçamos em um restaurante italiano ali perto e depois fomos passear pela Champs Élysées (e comprar, rs). Acabamos não indo nas duas últimas atrações previstas para o dia.
Dia 14, Valentine's Day, fomos no Museu Rodin, Les Invalides e no Petit Palais (o Grand estava fechado para montagem de exposição...triste). Todos muito maneiros e o dia foi BEM cansativo. No Petit Palais eu já estava me arrastando de tão cansada. Voltamos para o entorno do hotel, passamos num super-mercado, compramos quitutes para um jantar romântico, voltamos para hotel e descansamos um pouco. À noite, passamos na casa de Camille para deixar parte das malas e minimizar a quantidade de tralha para carregar dentro dos trem para as outras cidades. Na volta, já no hotel, arrumamos nossos quitutes e fizemos o nosso Valentine's Day, já que sair para jantar nesse dia possivelmente seria encontrar restaurantes cheios (depois descobrimos que os franceses não são lá muito de comemorações do tipo).
Dia 15, pegamos o trem para Avignon e ai vem as cenas do próximo post. Rs. Ainda tivemos mais 3 dias (2 e meio, vai...) em Paris, no final da viagem, mas a minha primeira impressão, como já disse também, é que Paris só se conhece mesmo morando lá. A cidade é linda, cheia de construções fantásticas e história/ cultura em toda e qualquer esquina que você passe, porém não sei porque ainda fiquei com a sensação de não ter aproveitado Paris como deveria e isso me deixo com a ideia de que Paris é mais uma cidade 'idealizada' do que "A" cidade, como nós brasileiros costumamos dizer. Enfim, até que os 3 dias finais ajudaram a melhorar um bocado a minha percepção da local, mas seja lá como for, minha cidade favorita (de todas que já visitei) continua sendo Roma. Nhó (sou puxa saco 'mermo' e daí?! Rs)!
Bisous et au revoir!
3 de março de 2013
Boda de Papel
Um ano já se passou desde o dia mais especial das nossas vidas, até então. Um ano! Incrível como tudo passou tão rápido: o pedido, os preparativos, o grande dia e agora a comemoração da 'Boda de Papel'. Nhó!
Meu marido lindo resolveu fazer uma surpresa para o dia de hoje e até o último minuto eu realmente não sabia o que seria, até chegarmos a Santa Teresa e, pela 'enésima' vez, rs, ele se perder no caminho. Entramos numa rua errada e ele disse: "Eu te digo qual é a surpresa e você me ajuda a chegar lá, ok?" Rs. Ok! Fomos para Le Spa Natura, no Hotel Santa Teresa, e lá tivemos 1 hora de relaxamento e massagem. Oh coisa boa! Depois, fomos almoçar no restaurante Aprazível e o nome diz muito do lugar, da comida, de tudo (alias, fiquei muito orgulhosa de conseguir comer a couve que veio no meu prato e achar bom)! De lá, fomos passear no Pão de Açúcar, para curtir um pouquinho da nossa cidade meio 'à lá turistas'. Uma delícia :-)
Agora à noite, quem dá as coordenadas sou eu, com um jantar 'novo' digamos, (por enquanto não posso contar o menu, senão ele vai ler e descobrir a surpresa) pois, na verdade, eu nunca fiz esse menu. Vamos ver se vai dar certo :-)
Fora isso, não tenho palavras para descrever tudo o que eu sinto por ele. Sou a mulher mais feliz do mundo desde o dia em que nos conhecemos e assim serei ao lado dele para sempre. Que venham muitas novas bodas e que quando nós estivermos velhinhos ainda possamos surpreender um ao outro, mas que acima de qualquer coisa possamos olhar para trás e ter muito orgulho da vida a dois que tivemos.
Carlos, eu te amo mais que tudo nessa vida! Disse isso há um ano atrás e repito: você me completa, você me motiva, você me ilumina de tal forma, que até acredito que você não faça nem ideia do quanto. Te amo, te amo, te amo...!
Beijos!
Meu marido lindo resolveu fazer uma surpresa para o dia de hoje e até o último minuto eu realmente não sabia o que seria, até chegarmos a Santa Teresa e, pela 'enésima' vez, rs, ele se perder no caminho. Entramos numa rua errada e ele disse: "Eu te digo qual é a surpresa e você me ajuda a chegar lá, ok?" Rs. Ok! Fomos para Le Spa Natura, no Hotel Santa Teresa, e lá tivemos 1 hora de relaxamento e massagem. Oh coisa boa! Depois, fomos almoçar no restaurante Aprazível e o nome diz muito do lugar, da comida, de tudo (alias, fiquei muito orgulhosa de conseguir comer a couve que veio no meu prato e achar bom)! De lá, fomos passear no Pão de Açúcar, para curtir um pouquinho da nossa cidade meio 'à lá turistas'. Uma delícia :-)
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| Blusa azul e sapato laranja para relembrar as coisas do casório :-) |
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| Nhó! |
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| Nhó! |
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| Nhó! |
Agora à noite, quem dá as coordenadas sou eu, com um jantar 'novo' digamos, (por enquanto não posso contar o menu, senão ele vai ler e descobrir a surpresa) pois, na verdade, eu nunca fiz esse menu. Vamos ver se vai dar certo :-)
Fora isso, não tenho palavras para descrever tudo o que eu sinto por ele. Sou a mulher mais feliz do mundo desde o dia em que nos conhecemos e assim serei ao lado dele para sempre. Que venham muitas novas bodas e que quando nós estivermos velhinhos ainda possamos surpreender um ao outro, mas que acima de qualquer coisa possamos olhar para trás e ter muito orgulho da vida a dois que tivemos.
Carlos, eu te amo mais que tudo nessa vida! Disse isso há um ano atrás e repito: você me completa, você me motiva, você me ilumina de tal forma, que até acredito que você não faça nem ideia do quanto. Te amo, te amo, te amo...!
Beijos!
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